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25 de mar. de 2010

Prefeitura derruba árvores centenárias

Nesta semana, fui surpreendido com uma imagem terrível: árvores centenárias foram arrancadas do calçadão de Nilópolis pela prefeitura. A justificativa ridícula é a reforma do calçadão. Onde vamos parar com tudo isso? Se nem mesmo a Prefeitura que deveria assegurar a manutenção da qualidade de vida consegue fazê-lo, quanto mais os reformistas de plantão e suas construções mirabolantes.
Vamos inserir nossas árvores como patrimônio de nossa cidade. Vamos plantar em vez de cortar! Vamos preservar as poucas árvores que ainda restam em nossa cidade. As pessoas de bem agradecem!

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Dez atitudes que evitam você ficar com o mesmo problema de saúde de Obama

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, só em 2006 foram registrados 300 mil mortes por infartos ou derrames. O problema não ocorre só por aqui. No mundo, os casos de ataques cardíacos são ainda mais elevados, 17 milhões de mortes por ano. O principal inimigo dessas doenças é o colesterol elevado, e cerca de 50% dos casos poderiam ser evitados se os níveis de colesterol ruim fossem controlados.
Existem dois tipos de colesterol no sangue: o bom e o ruim. O colesterol ruim (LDL) é responsável por depositar gordura nas paredes das artérias, já o bom (HDL) transporta o colesterol das células para o fígado, eliminando-o pela bile e fezes.
Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi detectado com uma taxa alta de colesterol ruim no sangue. Obama foi orientado por seus médicos a melhorar a dieta alimentar, reduzindo principalmente as sobremesas, e também a parar de fumar.
Atitudes simples como a melhora dos hábitos alimentares e um estilo de vida mais saudável podem contribuir para a redução desse colesterol que faz mal. A nutricionista Gisele Pavin elaborou dez dicas para quem quer manter uma vida saudável e jogar o colesterol ruim para bem longe. Veja abaixo:
1) Reduza o consumo de gorduras saturadas - laticínios com alto teor de gorduras, aquela gordurinha aparente das carnes, pele de aves e embutidos. As gorduras saturadas elevam ainda mais o colesterol ruim.
2) Reduza o consumo de gorduras trans - biscoitos, bolos, massas folhadas e produtos industrializados que utilizam o processo de hidrogenação parcial da gordura. A gordura trans, além de aumentar o colesterol ruim, diminui o colesterol bom, sendo ainda mais prejudicial que a gordura saturada.
3) Aposte em alimentos que auxiliam na redução do colesterol ruim, como nozes, castanhas, soja, salmão e sardinha.
4) As margarinas sem gorduras trans são uma ótima opção para serem utilizadas no café da manhã para passar no pãozinho do dia-a-dia. Elas contêm gorduras boas (mono e poliinsaturadas) que auxiliam a manter a saúde do coração.
5) A maionese industrializada também é uma opção, pois ao contrário do que muitas pessoas acreditam, ela contém poucas calorias, poucas gorduras e pouco colesterol. Por conter óleos vegetais, também possui gorduras boas e ômega-3.
6) Aposte nos alimentos enriquecidos com fitoesteróis. Os fitoesteróis são extratos de plantas e óleos vegetais que auxiliam na redução da absorção do colesterol pelo nosso organismo. No mercado já temos opções de alimentos enriquecidos com fitoesterol como margarinas, bebida láctea e iogurtes.
7) Consuma aveia. Ela possui uma fibra chamada beta-glucana,que auxilia na redução do colesterol.
8) O consumo de no mínimo 25g de soja por dia também auxilia na redução do colesterol. Além de conter fibras, a soja possui gorduras boas. Estas 25g podem ser obtidas pelo consumo de bebidas a base de soja, alimentos feitos com a proteína texturizadas da soja ou pelo próprio grão.
9) Deixe o sedentarismo de lado. A prática de exercícios físicos é fundamental para manter um estilo de vida saudável e a saúde do coração.
10) Consulte sempre um nutricionista e não deixe de fazer o exame do colesterol para monitorá-lo. A descoberta do aumento do colesterol e as mudanças precoces na alimentação e estilo de vida podem garantir os cuidados com o seu coração.
Luciana Fracchetta
Fonte: Terra Saúde

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14 de set. de 2009

O estresse pode ser bom para você

Da próxima vez que você reclamar que seu chefe lhe deu muito trabalho e que sua rotina está pesada demais, saiba que isso pode ser bom para sua saúde. Várias pesquisas estão sendo desenvolvidas para analisar os efeitos positivos que o estresse do dia a dia pode gerar. Por enquanto, a conclusão é que, em pequenas doses, um estado de tensão traz benefícios (confira, ao final do texto, um questionário para saber em que estado de estresse você se encontra).
Para o médico Marios Kyriazis, especialista em geriatria e presidente da Sociedade Britânica de Longevidade, o estresse não é uma via de mão única, que leva sempre a uma doença. Curtos períodos de estresse podem ser benéficos ao seu sistema imunológico e diminuir os riscos de doenças como Alzheimer, artrite e alguns tipos de câncer. “Temos uma tendência a culpar o estresse por tudo, da exaustão ao mau humor, até doenças cardíacas, mas isso é um mito”, diz Kyriazis.
O que conta é o nível do estresse. Pequenas doses espaçadas no tempo, como tarefas a serem cumpridas rapidamente durante o expediente, são suficientes. “Muitas pesquisas estão apontando que níveis moderados de estresse favorecem a produção de proteínas regenerativas que sustentam células do cérebro, fazendo-o funcionar na capacidade máxima. Essas células fortalecem as conexões neurais que se deterioram com a idade”, afirma o médico.
Pesquisas mostram ainda que, nas mulheres, o estresse aumenta a produção de estrógeno, auxiliando na proteção do câncer de mama. Outros estudos descobriram que doses moderadas podem ser benéficas para a recuperação no período pós-operatório. As pessoas observadas no estudo que sofreram um estresse moderado tiveram uma recuperação melhor do que as que passaram por grandes doses de tensão. Um levantamento da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, sugere que pessoas que passam a maior parte da vida em empregos sem muita demanda de tarefas têm 43% mais chances de morrer prematuramente. “É totalmente lógico. Se seu corpo se estressa, ele é estimulado e sua defesa imunológica é provocada e testada. Logo, ela fica fortalecida”, diz o médico Kyriazis.
Para distinguir o bom estresse do mal é preciso perguntar a si mesmo se você sente satisfação e excitação durante as tarefas estressantes ou depois delas. Sensação de opressão pode ser sinal de um estresse ruim. Os benefícios do estresse só serão válidos se ele não durar mais de 24 horas. Segundo a psicóloga especialista em estresse, Marilda Lipp, do Centro Psicológico do Controle de Estresse, 24 horas é o tempo necessário para que o corpo volte ao equilíbrio de seu funcionamento. Por isso, de três a cinco doses de tensão por dia são o máximo que se pode considerar saudável, pois levam a pessoa a entrar na primeira fase do estresse, chamada “fase de alerta”. “Nesse período, o corpo produz adrenalina que dá força, vigor e energia”, diz. Durante um dia, as pessoas entram e saem dessa fase com facilidade sem grandes prejuízos ao corpo. É o estresse positivo.
A segunda fase é caracterizada por sintomas como cansaço e falta de memória de informações corriqueiras, como um número de telefone usado sempre. Ela se inicia quando há uma constante liberação de adrenalina ou situações em que a pessoa não tem como resolver, como um assalto, um sequestro ou até uma conta a se pagar quando não se tem dinheiro no banco. “Nessa fase, a pessoa precisa ter cautela e se poupar para se proteger, diminuindo o ritmo de trabalho e mudando a rotina para não entrar nas fases seguintes do estresse, que são mais graves”, diz Marilda. As duas últimas fases estão ligadas e são chamadas de “fase de exaustão” e ocorrem quando a pessoa já não tem resistência física. É comum que doenças surjam e estejam relacionadas ao estresse, como queda de cabelo, acne, gastrite e alteração da pressão arterial.
A seguir, Marilda Lipp elaborou uma avaliação para que os leitores descubram em que fase do estresse se encontram. Confira se já está na hora de você tirar férias ou se a rotina está ajudando seu corpo a ser mais forte.
Clique aqui e responda o questionário e descubra se você está na fase inicial de estresse, quando ele é benéfico, ou se já está na fase em que seu corpo está cansado e pedindo uma trégua.
Fonte: Thaís Ferreira - Época

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7 de set. de 2009

Comer bem para viver melhor

Nos últimos anos, o prazer de comer passou a ser associado à culpa. Não precisa ser assim. Novos estudos mostram as virtudes de dietas simples e saborosas que fazem bem à saúde – e ao planeta.
Os gregos antigos tinham razão. Hipócrates, o Pai da Medicina, notou 400 anos antes de Cristo que a escolha dos alimentos certos para o ser humano era o resultado da sabedoria acumulada ao longo das gerações, ao preço de muitas tentativas, erros e descobertas. Desse esforço, dizia ele, nasceu a dieta ideal para “a saúde e a segurança” do homem. “A essas investigações e achados, que nome poderia se dar mais adequado do que Medicina?”, perguntou Hipócrates em sua obra da medicina antiga. Dois milênios e meio depois, o ser humano entende cada vez melhor que a boa alimentação é um excelente método de medicina preventiva. Graças ao avanço da ciência da nutrição, descobrimos as substâncias benéficas e maléficas nos alimentos. Entendemos melhor do que nunca o que se deve comer para viver mais e melhor. E as pesquisas recentes levam a uma conclusão surpreendente, que faria Hipócrates sorrir: nas dietas tradicionais, criadas séculos atrás por diferentes povos em todos os cantos do planeta, estão muitas das virtudes indispensáveis a uma dieta saudável. Uma dieta que pode ser seguida sem a culpa incutida nos últimos anos por uma série de estudos que parecem nos proibir de comer o que é saboroso.
Os estudos não devem ser ignorados – eles alertaram, por exemplo, para os danos à saúde provocados por muitas substâncias adicionadas aos alimentos industrializados –, mas não devem ser vistos como uma forma de repressão alimentar. “As pessoas têm de buscar o caminho do prazer, não da restrição”, diz Richard Béliveau, professor do Departamento de Bioquímica da Universidade do Québec, em Montreal. “A ‘junk food’ (‘comida lixo’, nome usado para definir a comida industrial de baixo valor nutricional) é, literalmente, monótona. As dietas tradicionais têm muito mais variedade: são simples e deliciosas.” Béliveau, autor do livro A saúde pelo prazer de comer bem (ainda inédito no Brasil), faz parte de um grupo de pesquisadores que prega o resgate das tradições culinárias de cada país como modo saudável – e saboroso – de se alimentar.
Entre as dietas capazes de conciliar saúde e prazer, a mais conhecida é a mediterrânea. Estudos e mais estudos relacionam os alimentos consumidos tradicionalmente em países como Grécia, Espanha e Itália à redução de doenças crônicas. Na dieta mediterrânea, destacam-se o azeite de oliva, as castanhas e o consumo moderado de álcool, geralmente vinho – todos associados à redução de risco de doenças cardiovasculares. Um dos estudos mais relevantes foi completado meses atrás pela Universidade de Florença, na Itália, e publicado no British Medical Journal. Uma equipe liderada por Francisco Sofi, pesquisador de nutrição clínica, compilou dados de várias pesquisas feitas entre 1966 e junho de 2008 e concluiu que a dieta mediterrânea está associada a uma redução de 9% na mortalidade geral e na mortalidade por doenças cardiovasculares, uma diminuição de 6% na incidência de câncer e de 13% na incidência de Parkinson e Alzheimer.
A dieta mediterrânea, porém, não é a única capaz de garantir uma alimentação saudável sem culpa. Os estudos mais recentes mostram evidências dos benefícios de costumes de japoneses, indianos – e brasileiros – à mesa. Qualidades comuns às dietas tradicionais desses povos são a abundância e a variedade de legumes e verduras – e a ausência de alimentos industrializados. Da tradição culinária japonesa herdamos o consumo de alimentos valiosos, como soja e chá verde, contra o câncer, e peixes ricos em ômega-3, importantes para a saúde do coração e do cérebro. A dieta indiana nos inspira a substituir o sal por pimentas e especiarias como a cúrcuma, que combate o câncer, e a limitar o consumo de carne vermelha. E a brasileira nos ensina a respeitar uma proporção adequada dos alimentos no prato e incentiva o consumo de frutas.
“A mistura do feijão com o arroz cria o mesmo tipo de proteína da carne, e a salada traz os fitoquímicos que combatem o câncer”, afirma o neurologista francês David Servan-Schreiber, autor do best-seller Anticâncer (editora Objetiva), livro cuja tiragem mundial já ultrapassou 1 milhão de exemplares. “A proporção de 75% a 80% de vegetais para 20% a 25% de carne em um prato é perfeitamente saudável e costumava ser a base da maioria das dietas tradicionais”, diz ele. “O prato tradicional brasileiro é o que os nutricionistas gostariam que todo mundo comesse”, diz Mônica Elias Jorge, nutricionista da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
As tradições à mesa deram lugar a uma alimentação globalizada não necessariamente ideal. A predominante dieta americana, segundo Servan-Schreiber, é perigosa. Não se trata de americanofobia francesa (Servan-Schreiber é professor da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, e fala um inglês perfeito). Nesse tipo de dieta, 65% das calorias ingeridas vêm de três fontes: açúcar refinado, farinha refinada e óleos vegetais com ômega-6. Além de não fornecer nutrientes e vitaminas vitais, esses ingredientes levam à obesidade, considerada pela Organização Mundial da Saúde uma das ameaças mais graves à saúde. “A obesidade é o ponto comum de doenças como diabetes, câncer, doenças do coração e Alzheimer”, diz Richard Béliveau, da Universidade do Québec.
Toda vez que comemos açúcar, nosso corpo secreta hormônios que estimulam o crescimento das células. Esse processo é importante nas crianças, que precisam ficar mais altas, mas é prejudicial depois da fase de crescimento. “Nos adultos, as únicas coisas que crescem são gordura e câncer”, diz Servan-Schreiber. Segundo dados da American Heart Association, entidade americana de combate às doenças cardiovasculares, um índice de massa corporal acima de 30 (para saber o seu, divida seu peso por sua altura, em metros, ao quadrado) reduz a expectativa de vida em cerca de sete e seis anos, respectivamente para mulheres e homens não fumantes na faixa dos 40 anos. A obesidade parece estar relacionada a um aumento do risco de demência na terceira idade. Segundo uma pesquisa divulgada em janeiro pela Universidade Colúmbia, em Nova York, o acúmulo de gordura na cintura em adultos jovens amplia o risco de desenvolver Alzheimer na velhice.
Nos Estados Unidos, país com 32% de adultos obesos, a expectativa de vida é de 78 anos e a taxa de incidência de câncer é de 357 casos a cada 100 mil habitantes, segundo a International Agency for Research on Cancer. No Japão, 3% dos adultos são obesos, a expectativa de vida é de 82 anos e a incidência de câncer é de 214 por 100 mil. É claro que a alimentação não é o único fator para a obesidade – o sedentarismo também tem sua contribuição –, mas a comparação entre Japão e Estados Unidos, dois países ricos e com recursos médicos avançados, serve de alerta para o Brasil. Por aqui, a obesidade já afeta 11% da população adulta, 18% dos meninos e 15,5% das meninas. Como reduzir esses índices? “A tendência é que a medicina preventiva cresça cada vez mais”, afirma o médico Heno Lopes, da Unidade Clínica de Hipertensão do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo e autor do livro Dieta do coração (editora Abril). Mudar hábitos alimentares não só reduziria os custos com o tratamento de doenças, mas melhoraria a qualidade de vida das pessoas.
Letícia Sorg e Laura Lopes
Fonte: Revista Época

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5 de set. de 2009

O exercício físico que mais emagrece

Qual é o melhor exercício para perder 20 quilos? É o levantamento mais lento de garfo, poderiam dizer os médicos, fisiologistas e profissionais de educação física. Fazendo-se as contas, é fácil entender por que a dieta faz mais diferença na perda de peso que o exercício físico. O corpo perde massa quando gasta mais energia do que ingere. De toda a energia gasta por uma pessoa, 15% a 25% correspondem à atividade física. Quem tem uma dieta de 3.000 calorias por dia (bem acima da recomendada para um adulto não-atleta) e gasta 2.500 calorias para estar vivo teria de queimar pelo menos 600 calorias extras com exercícios se quisesse emagrecer sem mexer na dieta.
Mas os exercícios de alto gasto energético, como o boxe, são pesados demais para os obesos sedentários. A falta de preparo e as doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão, poderiam nocautear o obeso muito antes de terminar o primeiro round. Para fins de perda de peso, portanto, mais vale reduzir o tamanho do prato. Então, para que serve o exercício se não é para queimar as calorias a mais?
O exercício físico “ensina” o corpo a usar os combustíveis fornecidos pelos alimentos de forma mais eficiente. No sedentário, afirma o médico do esporte Paulo Zogaib, o metabolismo está acostumado a estocar em forma de gordura quase tudo que entra. Como o corpo do sedentário se mexe pouco e gasta pouca energia, as calorias contidas em doces, massas, carnes e frituras vão quase todas aumentar os estoques de gordura dentro das células adiposas.
Quando a pessoa começa a se exercitar, os músculos precisam de mais energia do que estavam acostumados a usar, e o metabolismo é obrigado a se ajustar à nova necessidade. É aí, nesse ajuste, que começam a surgir os benefícios. Um deles é a maior capacidade de transformar gordura armazenada em energia. No sedentário, durante a atividade física, o corpo usa quase somente açúcar (glicose) como combustível. Mas o açúcar sozinho não serve para esforços de longa duração. Na queima do açúcar, fica um resíduo metabólico chamado ácido lático, que causa a dor da cãibra e limita o tempo de esforço. A gordura armazenada é um combustível mais eficiente, e é o condicionamento físico que mostra ao corpo o caminho até ela.
A questão é qual exercício vai ter melhor resultado em cada pessoa. O tempo de esforço que cada um suporta depende do peso corporal, da quantidade de massa muscular, da capacidade de consumo de oxigênio e de muitos outros fatores. Segundo Zogaib, não vale a pena apostar todas as fichas num exercício muito difícil, que vá esgotar suas energias em dois minutos. Nem num muito fácil, que se possa suportar por uma hora mas que não vá mudar nada no metabolismo. “O ideal é procurar um nível de esforço que seja difícil e que se possa continuar por 20 a 30 minutos”, diz. Normalmente, isso equivale a algo entre 60% e 70% da carga máxima que você aguenta, que pode ser medida pelos batimentos cardíacos.
A chave para ter resultado sempre é não se acomodar no esforço confortável. Como o corpo condicionado fica mais capaz de realizar esforço, exercitar-se aquém dessa capacidade significa descansar. É preciso dificultar um pouco mais o exercício a cada vez.
Fonte:Revista Época

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5 de abr. de 2008

ORIENTAÇÕES AO PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE

1° HIDRATAÇÃO
Nos casos de dengue a hidratação é de suma importância.O volume a ser administrado deve ser o maior possível de acordo com sua tolerância. O recomendado é em média de 60 a 80 ml de líquido por quilo de peso dia. Assim, para uma pessoa de 60 kg o volume ingerido deve variar de 3,6 a 4,8 lts/dia, nos 5 primeiros dias. A administração deve ser fracionada em pequenos volumes de forma a evitar náuseas e vômitos. Podem ser utilizados sucos, água de côco, reposição com soluções isotônicas (ex. Gatorate), além de soro de hidratação oral.
SOLUÇÃO CASEIRA DE REIDRATAÇÃO
Sal de cozinha - 1 colher de café (3g) Açúcar - 2 colheres de sopa (18g) Água Potável - 1 litro Caso não consiga ingerir o volume adequado devido a presença de náuseas e vômitos, procure um serviço de emergência para hidratação venosa.
2° ATENÇÃO AOS SINAIS DE ALERTA
Procure imediatamente um serviço de emergência caso apresente um dos sintomas abaixo, visto que a presença de um deles pode indicar um quadro de Dengue GRAVE. Estes sinais geralmente aparecem após a fase de melhora da febre (entre 3° e 6° dia após o aparecimento do primeiro sintoma).
SINAIS DE ALERTA
Agitação e/ou Sonolência Excessiva; Diminuição do volume urinário habitual (urina em pouca quantidade e muito amarelada); Temperatura baixa (menor 36°c); Dor Abdominal intensa e contínua;Pulso muito rápido (taquicardia); Tonteiras ao levantar, sensação de desmaio ou desmaio; Vômitos persistentes; Sangramentos (ex. sangramento na gengiva ao escovar os dentes)
3°ACOMPANHAMENTO
Procure seu médico para acompanhamento clínico ambulatorial e controla laboratorial, lembrando que o exame específico para Dengue deve ser solicitado a partir do 6° dia do aparecimento dos sintomas, visto que antes disso pode ser negativo mesmo em presença da doença.
DICAS IMPORTANTES
Fonte: Manual Dengue: Diagnóstico e Manejo Clínico - 2ª edição - 2005 - Ministério da Saúde.

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23 de mar. de 2008

Veja oito hábitos saudáveis para viver melhor

A vida sedentária, má alimentação e os maus costumes, em geral, vão deteriorando a qualidade de vida e o corpo sofre com doenças. Descubra hábitos simples que ajudam você se sentir melhor.

1. Hidratação

Uma boa hidratação melhora a elasticidade da pele. Prefira água a bebidas açucaradas ou refrigerantes que contêm gás e além de tudo engordam.

2. Exercício

Caminhe, ainda que alguns minutos por dia, suba escadas, nade. Mexa seu corpo. O sedentarismo favorece o risco de doenças cardiovasculares, diabete do tipo II, obesidade, hipertensão arterial, excesso de peso, osteoporose, depressão e ansiedade, segundo a Organização Mundia de Saúde (OMS).

3. Alimentação

Inclua na sua dieta diária uma porção de frutas e verduras. Estas comidas não só alimentam, mas também não engordam e têm propriedades que ajudam a controlar o intestino, além de diversos tipos de vitaminas necessárias para o bom funcionamento do corpo.

4. Descanso

Tenha algum tempo para descansar. Seu corpo necessita de um período de 6 a 8 horas para se recuperar das atividades diárias. A falta de sono está vinculada ao prejuízo do corpo e da mente.

5. Diversão

Você precisa de momentos para mudar a rotina, esquecer o trabalho. Está comprovado que o sorriso é uma excelente terapia contra o estresse e a ansiedade.

6. Postura

Procure adotar uma posição adequada no escritório. As cadeiras incômodas podem fazer com que você termine em uma visita ao ortopedista. Disponibilize alguns momentos para esticar os músculos durante a sua jornada laboral. Isto ajuda a evitar dores nas costas, ombros, braços, pescoço e cabeça.

7. Cuidado

Não descuide de seu aspecto pessoal, ainda que você não esteja se sentindo bem. Sentir-se agradável com relação aos outros aumenta a produção de endorfinas, o hormônio responsável, em boa parte, para que as pessoas se sintam felizes.

8. Controle

Visite um médico periodicamente. Não se automedique nem comece dietas sem a supervisão de um especialista. Não deixe tratamentos no meio do caminho e, sobretudo, tenha sempre uma atitude positiva.

Fonte: http://www.saude.terra.com.br/

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